quarta-feira, 7 de outubro de 2009

África do sul

Estadios e clubes da África do Sul


O Soccer City Stadium, em Joahnnesburgo, vai passar por uma grande reforma e seu novo desenho será inspirado na cerâmica africana. A nova capacidade será de 104 mil torcedores e sediará a abertura da Copa 2010 e a final da Copa 2010, além de mais 7 jogos, num total de 9.








O Greenpoint Stadium, em Cape Town, está sendo especialmente construído para a Copa do Mundo na África do Sul. Sua cobertura será retrátil e o estádio terá cadapcidade para 70 mil torcedores. Será um dos mais importantes estádios da Copa, recebendo seis jogos da primeira fase, uma oitava-de-final, uma quarta-de-final e uma semi-final, no total de 9 jogos.








O Moses Mabhida, em Durban, também é um dos 5 estádios construídos do zero para a Copa do Mundo 2010. Terá a capacidade de 70 mil torcedores e abrigará jogos da primeira fase e uma semi-final, no total de 7 jogos.
















quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Comidas típicas da região sul

Churrasco- é cardápio preferido do povo do Rio Grande do Sul, sejano aspecto ou na grelha. Povo que gosta de comidas simples, como o"arroz carreteiro" e de um bom"chimarrão.

Arroz Carreteiro- feito de charque de carne de bovina e arroz

Quibebe- Pirão de ábobora

Puchero- sopão com vegetais e carne de peito, costela ou até linguiça.

Rabada- Preparada com o rabo de boi e muito cheiro verde, pimentão, tomate, vinagre e suco de limão.

Feijão Tropeiro- com vários tipos de jeito de se fazer







































































































































quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Artesanato Região Sul





















A Lenda do galo




O artesanato de conchas se transformou numa forma de trabalho e atividade econ�mica para muitos artes�os, que produzem o ano inteiro, apostando nas vendas mais fartas aos turistas, nos meses de ver�o. Esse tipo de artesanato chega a ser a �nica fonte de renda e a forma de sustento de artes�os e de fam�lias inteiras das localidades de Guarapari, Pi�ma, Setiba e Santa M�nica, entre aqueles que apenas catam , selecionam e limpam as conchas para vend�-las aos artes�os; aqueles que criam enfeites e objetos com essa mat�ria prima e os que apenas comercializ�o esses produtos







A ampla oferta de produtos industrializados em alumínio, plástico e aço inoxidável, a preços mais baixos do que aqueles calculados para cobrir o custo da matéria-prima e da mão-de-obra artesanal, vêm restringindo significativamente a penetração das peças de Virgílio no mercado local. 'Depois que começou a aparecer artigos de aço inoxidável, de plástico, o funileiro morreu. Agora é tudo industrializado''. (pg. 26)
Materiais:
"Trabalha na arte do cobre, reproduzindo e reinventando em pequenos detalhes, na forja e na bigorna, as peças trazidas pelos italianos no final do século passado". (pg. 5)
"Com a generalização e a distinção do ouro e da prata como 'metais nobres' no trabalho artesanal europeu, o cobre (e também o estanho, o ferro e o chumbo) passa a ser considerado 'metal vil', utilizado principalmente nos instrumentos e utensílios dos 'homens rudes', em geral camponeses. É chamado na Itália de l'oro dei poveri - o ouro dos pobres -, ligando-se simbolicamente à condição dos deserdados". (pg. 5)





A ampla oferta de produtos industrializados em alumínio, plástico e aço inoxidável, a preços mais baixos do que aqueles calculados para cobrir o custo da matéria-prima e da mão-de-obra artesanal, vêm restringindo significativamente a penetração das peças de Virgílio no mercado local. 'Depois que começou a aparecer artigos de aço inoxidável, de plástico, o funileiro morreu. Agora é tudo industrializado''. (pg. 26)
Materiais:
"Trabalha na arte do cobre, reproduzindo e reinventando em pequenos detalhes, na forja e na bigorna, as peças trazidas pelos italianos no final do século passado". (pg. 5)
"Com a generalização e a distinção do ouro e da prata como 'metais nobres' no trabalho artesanal europeu, o cobre (e também o estanho, o ferro e o chumbo) passa a ser considerado 'metal vil', utilizado principalmente nos instrumentos e utensílios dos 'homens rudes', em geral camponeses. É chamado na Itália de l'oro dei poveri - o ouro dos pobres -, ligando-se simbolicamente à condição dos deserdados". (pg. 5)







Artesanato de utencilios domésticos

























































































quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Pontos Turísticos - Região Sul







Beira Rio















Morro dos conventos
















Estádio Olimpo














Cataratas do Iguaçu














Cascata do Arroio Caçador























quarta-feira, 10 de junho de 2009

Turismo pelos continentes

• América- Cristo Redentor no Rio de Janeiro


















•Europa- Torre eiffel em Paris























•Ásia- Muralha da China na China












•África- Vanuato na Ilha de Efate











•Oceania- Chaminé









Alguns países da Ámerica
•Canadá-

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Dia 5 de Junho - Dia do meio Ambiente


Meio ambiente - é o conjunto de forças e condições que cercam e influenciam os seres vivos e as coisas em geral.
Os constituintes do meio
ambiente compreendem fatores abióticos, como o clima, a iluminação, a pressão, o teor de oxigênio, e bióticos, como as condições de alimentação, modo de vida em sociedade e para o homem, educação, companhia, saúde e outros. Este artigo refere-se aos aspetos ecológicos do meio


Conservar o meio ambiente é dever de todo
cidadão. No intuito de conscientizar as pessoas, desde
as crianças até os mais velhos, a Rede Globo Nordeste criou o
Projeto Praia Limpa.
As praias do litoral Pernambucano são seus cartões postais, e para que
continuem belas, com a fauna equilibrada e impulsionando o turismo é
preciso que estejam limpas.
Durante o verão, onde o fluxo de pessoas é bem maior no litoral, a ação irá
distribuir 500.000 saquinhos plásticos nas principais praias do Estado. Promotores
estarão de plantão, dando orientação aos banhistas sobre como fazer parte dessa
ação de cidadania.
Através do Praia Limpa, 30 escolas da rede pública e privada também
participarão de uma grande gincana. Assim, elas serão instruídas desde cedo
sobre a importância de preservar a natureza, colocando o lixo no lugar
adequado.
Toda instituição tem sua responsabilidade social. Esta é uma
oportunidade de trabalhar em conjunto por um projeto de
conscientização ecológica.


• Evite poluir o meio ambiente

• Não joge os lixos nas ruas , lagos e rios

• Plante árvoes

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Tipos de cursores


Cursores

As operações com conjuntos de linhas é uma das características que define um banco de dados relacional. Um conjunto pode ser vazio ou poderá conter uma única linha, mas ainda assim será um conjunto. Isso é útil e necessário para operações relacionais e algumas vezes inconvenientes para os aplicativos.
Apesar da expansão do SQL fornecida pelo T-SQL para tornar muito mais programável, ainda existem operações de alto cost, difíceis ou simplesmente impossíveis de se realizar em conjuntos.
Os cursores ajudam a lidar com algumas destas situações, pois é um objeto que aponta para uma determinada linha dentro de um conjunto. Podendo assim executar operações como: atualizar, excluir ou mover dados.

Entendendo os Cursores

O SQL Server suporta dois tipos de cursores: os cursores T-SQL e os cursores API (Application Programming Interface). Neste artigo falarei dos cursores do tipo T-SQL, isso porque para utilizarmos um cursor API teremos que ter a documentação apropriada de cada API que será utilizada, ou seja, os cursores do tipo API são específicos de cada API.
Os cursores T-SQL são criados usando o comando DECLARE CURSOR. Quando estamos utilizando um cursor a partir de uma aplicação conectada a um servidor Microsoft SQL Server, cada operação no cursor requer uma viagem de ida e volta através da rede.
O conjunto de linhas para o qual um cursor aponta é definido pelo comando SELECT. Existem algumas restrições SELECT ao se criar um cursor T-SQL:
. Não poderá retornar vários conjuntos de linhas. . Não poderá conter a cláusula INTO para criar uma nova tabela.

. Não poderá conter a cláusulas COMPUTE ou COMPUTE BY, contudo poderá conter funções agregadas, tais como AVG.
Vamos analisar algumas características dos cursores e para não confundir muito dividirei em três grupos de cursores pelas suas características:
. Capacidade de refletir alterações em dados subjacentes. . Capacidade de rolar pelo conjunto de linhas.

. Capacidade de atualizar o conjunto de linhas.